segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Conheça seu Temperamento

     
Um dos maiores desafios da humanidade é conhecer a si mesmo. Culpamos as pessoas por não nos aceitar, mas muitas vezes somos os primeiros a não aceitar nossos defeitos.
É importante conhecer nossos pontos fortes e pontos fracos, a boa notícia é que os pontos fracos não precisam ser desculpas para nossos erros, pois à medida que conhecemos nossas limitações, temos a oportunidade de minimizar seus impactos. Nada melhor que o aprendizado, falhamos uma vez e já podemos agir de forma diferente. Uma pessoa madura tende a aproveitar o máximo suas qualidades e vencer com suas fraquezas.
Visualize a tabela abaixo que fala dos quatro temperamentos, se você já sabe, aproveite para relembrar, se ainda não conhece, esta é a oportunidade.





Se quiser saber mais sobre o assunto, segue alguns livros indicados:
Temperamentos Transformados -  Autor: Tim LaHaye
Os quatro Temperamentos -  Autor: Handy Holf


Global Promotion Alliance

Meu amor, meu príncipe

Meu sonho de menina era entrar numa igreja e encontrar-me com um príncipe encantado no altar, lindo e maravilhoso, a minha espera. Acredito que este seja o sonho de muitas meninas, um sonho perfeito com final feliz.

Infelizmente este sonho tem se transformado em pesadelo para muitas meninas que antes mesmo de estarem preparadas para começar um relacionamento, já estão grávidas. Tive meu filho com 29 anos e mesmo assim a responsabilidade de criar e educar uma nova pessoa pesa sobre minha consciência todos os dias.
 
 
Meu sonho de menina foi amadurecendo a medida que o tempo foi passando, principalmente depois de ter lido o livro "Namoro no escuro'' de José Carlos Ebling, um verdadeiro tapa na cara, mas valeu cada palavra.

Aos 20 anos ainda me encontrava a procura de alguém para ser meu namorado. Diversas vezes eu recebia propostas de namoro, mas não aceitava, eu tinha um padrão da pessoa ideal para minha vida e achava que este padrão deveria ser seguido desde o início, ou seja, esta questão de namorar só pra ver o que vai dá, ou então só pra curtir, não existia, eu namoraria alguém que tivesse um perfil para ser meu futuro esposo.

Certo dia, seguindo meu percurso normalmente, ele apareceu! A princípio não sabia que era ele, não foi amor a primeira vista. Mas com o passar dos dias no internato percebi sua presença nas atividades esportivas, no refeitório e nos cultos da igreja.
 
 
Vou ser sincera, por mais que eu evitasse, meus olhos já estavam a procura dele. O perfil que eu procurava parecia estar por perto, bonito, charmoso, inteligente, alto, forte, cristão, será ele?

Numa das noites recreativas do colégio, ele se aproximou e ficamos conversando algumas horas, depois disso conversávamos sempre e nessas ocasiões sempre existe uma boa amiga para ajudar na aproximação do casal. Depois de um mês de papo pra cá, papo pra lá, ele me pediu em namoro. Nunca vou esquecer este dia, não tive medo, nem dúvidas, aceitei.
 
 
Namoramos durante 4 anos, foi realmente um período de conhecimento e aprendizado, éramos namorados e amigos, mas também tivemos nossas desavenças, numa ocasião dessas, chegamos a ficar quatro meses separados, mas depois não conseguimos prosseguir, descobrimos que nosso lugar era juntos, aceitando e respeitando os defeitos e opiniões um do outro. Marcamos nosso casamento, e este foi um dos dias mais felizes da minha vida! Meu sonho de menina se realizou, meu príncipe encantado estava lá, bonito e maravilhoso a minha espera no altar. 
 
 
Ainda hoje não me arrependo de ter guardado todos os meus beijos, abraços e carinho para o amor da minha vida, um dia ouvi um pastor que dizia: Cada pessoa com a qual nos relacionamos, leva um pedaço da gente.
 
 
Eu não poderia terminar este relato sem repetir o que falo sempre para meu amor, Deus não poderia ter me dado marido melhor e agora que temos um bebê, Deus não poderia ter me dado pai melhor para meu filho.
 
 
Odair,  Amo você!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Minha Família

Irmãos que eu amo muito ( na foto da esq. Eduardo, eu, Alessandra e Emerson).

Meus pais e meu filho querido

Eu e meu fofo

Papai e o bebe aos 7 meses

Gustavo aos 9 meses com os tios em Guarulhos - SP


Como Conhecí a Jesus

Conhecer a Jesus é TUDO, por isso vou compartilhar minha experiência com você!

Quando eu tinha 15 anos de idade e morava na cidade de Boa Esperança do Sul no estado de São Paulo, meu pai autorizou um pastor Adventista a dar um curso bíblico para minha irmã e eu, isso mesmo, sem o nosso consentimento, ficamos muito bravas. Meu pai é daqueles que manda e tem que obedecer senão entra na cinta, pensando assim é melhor obedecer.

Logo começamos o estudo, não levávamos a sério o que o pastor dizia e quando ele pedia para ler alguma passagem da bíblia eu e minha irmã, após ler alguns trechos entravamos na gargalhada.

O tempo foi passando, o pastor passou a convidar-nos para participar dos cultos de pôr-do-sol em sua casa e brincadeiras no sábado à noite, eu adorei e acabei fazendo uma bela amizade com a esposa do pastor. Quando dei conta já estava na igreja participando de todos os cultos.

Ao ser procurada para decidir sobre o batismo a princípio me esquivei, mas fui convencida de que não faltava mais nada para tomar a decisão. No dia 15 de dezembro de 1996 foi meu batismo na Igreja Adventista de Araraquara - SP, foi um dia feliz, chorei o resto da tarde, pois sabia que havia tomado uma decisão que deveria ser para o resto da minha vida e temi a possibilidade de não cumprir com meu compromisso com Deus.

Já faz 15 anos que estou na igreja, muitas coisas aconteceram, e pretendo cumprir com meu compromisso até que Jesus volte. Certamente não tem sido fácil, o inimigo sempre trabalha para que qualquer coisa ocupe nossa vida e nos afaste de Cristo, mas o que ele tenta esquecer nós todos lembramos, Jesus morreu por mim e por você, a salvação é nossa e vamos estar com Jesus quando Ele voltar.
Amém Senhor!

Albúm de Família

Minha Experiência como mãe


Meu marido e eu estávamos conversando sobre o assunto de termos um filho, mas para ser sincera, eu não estava levando a sério, não podia imaginar como seria minha vida com um bebê. Mas um dia aconteceu! O sentimento foi uma mistura de felicidade com medo, ansiedade e vontade contar pra todo mundo.

Durante a gravidez cuidei bastante da minha alimentação, zero de refrigerante, pouca gordura, muita verdura, legumes e massa, isso mesmo muita massa, não consegui me controlar, principalmente no final do ano com aqueles panetones deliciosos olhando pra mim cada vez que visitava o mercado.

Meu pré-natal foi ótimo, principalmente porque pude contar com meu marido, maravilhoso, esteve comigo em cada consulta, exames e em cada ultrassom.

Planejei a vinda do meu filho como parto normal, mesmo morrendo de medo de como seriam as dores tão temidas pelas mulheres. Esperamos até o prazo máximo e nada das dores, foi quando meu médico ligou orientando fazer uma cesária. Ufa, até que me senti aliviada! Sem dores de parto.

Foi um dia emocionante, meu marido filmou tudo e muitos amigos nos visitaram. O difícil foi sair do hospital, quando o médico informou que estávamos liberados o medo começou a aparecer, eu queria ficar mais tempo no hospital para aprender a cuidar do bebê. Não deu meia hora depois de termos chegado em casa e eu já estava chorando, desesperada porque não sabia o que fazer com o bebe que chorava sem parar.

O primeiro dia passou, como tudo passa na vida, e a cada dia uma nova descoberta de como cuidar do bebê, eu e meu marido sempre decidíamos juntos cada momento do bebê, onde, como, hora de dormir, banho etc... Jamais tivemos discussões sobre esses cuidados, pois sempre estávamos em comum acordo.

O primeiro mês foi mais fácil, marido em cada de férias, amiga Nair ajudando na limpeza da casa. Porém o segundo mês foi o mais difícil para mim, o bebê não dormia mais durante o dia, resultado, muito choro, do bebê e da mamãe que não sabia como resolver a situação.

O meu estresse emocional durante este período resultou na queda do suprimento de leite, e infelizmente a partir do terceiro mês passei a complementa-lo com leite artificial, conforme orientação da pediatra.

Depois disso entrei para um forúm de discussão sobre bebês, isso me ajudou muito, principalmente a aceitar que meu filho não teria longas sonecas durante o dia, apenas as sonecas básicas de 30 minutos. Quando me conformei tudo melhorou, parei de chorar e o bebê ficou mais calmo.

Hoje meu filho tem 8 meses, está lindo, forte, comendo muito bem, mamando no peito quando acorda, duas mamadeiras durante o dia, comendo papinha na hora do almoço, frutas e amando um mingauzinho. Quanto às sonequinhas, continuam praticamente a mesma coisa, exceto a soneca anterior ao almoço, nos últimos meses tem dormido durante 1h.

Meu filho tem um sorriso lindo com dois dentinhos em baixo e quatro dentinhos nascendo em cima. Engatinha pela casa toda, ou melhor, corre pela casa toda. Fala papaaaa, mamaaaa, grita muito, da gargalhadas, sorri bastante e é muito simpático. Enfim, estou amando ser mãe e aprendendo tudo que posso para que meu filho seja no futuro um homem feliz, seguro e cristão. Aos parentes e amigos, contamos também com vocês, pois sabemos que a influência das pessoas que estão a nosso volta é fundamental.

Elaine Macario, mãe do Odair Gustavo.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Contemplar o Belo

Contemplar o belo é fazer das pequenas coisas um espetáculo aos nossos olhos. É dialogar com os amigos, elogiar as pessoas, amar os desafios da vida. É admirar as crianças, ouvir as histórias dos idosos.

É descobrir as coisas lindas e ocultas que nos rodeiam. É admirar as nuvens, o canto dos pássaros, o baile das folhas sob a orquestra do vento. É perceber além das imagens e das palavras. Creio que menos de 10% das pessoas sabem contemplar o belo. Quem despreza essa lei tem uma alegria fugaz, uma emoção artificial.

                                                                                           Augusto Cury - Dez Leis para Ser Feliz, pág. 30